sabato 28 maggio 2011

Minilex × Dicionário esperanto-português × Dicionário português-esperanto

Saluton! Kiel vi fartas, verdulo?

Outrora criei um programa de dicionário esperanto-português e português-esperanto que denominei de «Minilex». Nunca deveria tê-lo criado, agora digo. Criei-o como um desafio de programação. E o resultado final foi ótimo.

Como a coisa existe, nada melhor do que disponibilizá-la para o público em geral. Ele me é útil e espero que o seja para outrem.

Código-fonte está incluído bem como compilador. Há textos de auxílio em português e diversos exemplos de utilização de Minilex.

Segue-se um endereço para uma página simples a partir de onde se poderá obter versão segunda de programa. Espero que lhe seja útil.


http://www.eklipso.dominiotemporario.com/minilex/


Ni iru antaŭen!

Ĝis revido, samideano!

giovedì 26 maggio 2011

O Qüik nunca tomou um Qüik!

É, gente, nunca tomei um Qüik! Minha mãe não o comprava. Eu via aquela propaganda com um coelho que dizia o seguinte no final: «Qüik, Qüik, faz do seu leite uma alegria!». Ou algo similar.

Bem, o Qüik de morango não devia ser muito bom. Sei como eram aqueles achocolatados de morango. Quanto ao de chocolate, creio que era bom.

Mas mudaram o nome da coisa para «Nesquik», que é um nome feio, diga-se de passagem.

Minha prima Beth

Hoje me lembrei da minha prima Beth. O pai dele, o tio Júlio, está internado numa U.T.I.. Tem ele mais de oitenta anos. Melhora, tio Júlio, que me chama de Betinho. Fica bem!

Há não muito tempo fui visitá-lo e ele me perguntou em certo momento se eu me lembrava dela. Bem, eu tinha quinze anos e minha prima trinta, quando faleceu. A primeira morte de uma parente. E eu, um ser egoísta e mesquinho não fui ao enterro dela. A minha tia Elisa, mãe dela, perguntara então porque eu não fora ver minha prima.

Bem, eu não tinha muito contacto com ela, afinal eu era piá e ela já mulher adulta. Mas não era eu criança e deveria ter agido doutra maneira.

Falei para o meu tio que eu sonhara com ela há algum tempo na última vez que fui visitá-lo. Ele sempre a cita em nossas conversas.

Hoje, a meditar na volta para casa, uma coisa leva a outra e acabei lembrando-me de ti, prima. Desculpa-me por não ter te dado adeus.

Sempre quando vou à casa dos teus pais, vejo lá retratos teus e o tio Júlio fala sobre ti. Vejo a Juliana que está progredindo na vida. Parabéns a ela e a ti, mãe dela.

Ainda nos encontraremos noutros sonhos meus.

Até lá! Beijos!

Onde estás?, minha primeira grande paixão!

Onde estás?, minha primeira grande paixão!

Há pouco, às 20:35, lembrei-me uma segunda vez de ti, Paula, hoje. Ao som da música «Forever young», justamente de 1.983. E de outra do mesmo ano: «I like Chopin»

Todo dia medito sobre coisas diversas ao voltar do trabalho. Lembrei-me de várias pessoas. E perguntei-me em certo momento onde estarias minha primeira grande paixão.

Provàvelmente jamais o saberei. Talvez eu te encontre noutra vida para ser feliz.

Fica bem, estejas tu onde estiveres!

Beijos!

Ah, lembra-te dos olhos nos olhos? Parece-me que foi ontem.

domenica 22 maggio 2011

Creio estar no meu crepúsculo...

Bem, creio que não tenho muito tempo de vida.

Não sei porque motivo pensei isso. É uma impressão minha.

Veremos!

sabato 14 maggio 2011

Creio estar no meu crepúsculo...

Bem, creio que não tenho muito tempo de vida.

Veremos!

Zoológico

Houve fui visitar o zoológico de Curitiba. Foi a minha terceira visita. E a última.

Em certo momento, não muito depois de ter entrado na coisa, pensei comigo mesmo: por que vim aqui? Decidi então ir olhar sòmente os hipopótamos e o tigre e alguns outros felinos. O resto eu ignorei.

Lembrei-me da minha ida lá junto com o Nytha. Lembrei-me que destronquei dedo médio de mão direita. Lembrei-me de que Nytha ficara dizendo «Vamos, nenê!» quando eu estava interessado em ver certo bichinho. Enfim, até quando fui a zoológico acompanhado por ela, ela me perturbou. Bah!

Melhor mesmo é falar com ninguém, acompanhar ninguém, falar com ninguém. Assim não há como se incomodar.

Nunca mais irei a zoológico. Não gosto de ver animais trancafiados. Creio que me suicidaria, se tivesse os recursos.

Odeio ver aqueles idiotas a provocar os felinos. Um leopardo rugiu para um mané. Seria bom se tivesse atacado na cabeça do idiota. Só os leopardos atacam na cabeça. Ou outros felinos atacam no pescoço.

Odeio ver aquelas crianças irritantes com seus pais imbecis.

Odeio ver os manés que olham ràpidamente, tiram fotografias e pronto!

Eu vi o que quis. Mas não foi nada de novo.

Tô cansado de ver coisas.

Tô cansado desta porcaria de vida.

Tô com raiva!

Fodam-se todos vocês!

Dane-se, Morena Moreninha!

Hoje, dia 12, lembrei-me de ti, Morena Moreninha. Na ida e na volta do trabalho.

Tive a esperança de te ver hoje. Infelizmente não te vi, mas vi a tua amiga loura, que aliás tem bom gosto e se veste bem. Se tu te vestisses como ela, ficarias uma gata. Imagino-te num tubinho preto, com uma blusa branca de mangas compridas por baixo, como gostas, com os teus lindos cabelos cacheados pretos soltos, uns sapatinhos ou sandálias, um cinto preto. Que musa serias! Serias a minha musa. Todo mundo te admiraria! Já te admiram, como percebi.

Bem, conjecturei algumas coisas sobre ti, boas e não tão boas. Pode ser que tu e a tua amiga estiveram de férias. Outra hipótise é a de que tu mudaras de horário de trabalho ou quem sabe de emprego. Foram cinco conjecturas. Já citei três delas. Talvez estejas doente ou, pensando o pior, morta. Bem, espero que estejas bem, pois não te desejo qualquer mal. Afinal eu te amei e te amo, outro amor meu. Pena que não tive uma chance sequer de te fazer me conhecer.

Liguei computador há pouco sòmente para escrever sobre ti. Não há muito o que dizer, na verdade. Simplesmente deu-me vontade de escrever. Deveria fazê-lo com mais freqüência. Afinal gosto de escrever.
Mas agora penso que possa ter sido uma má idéia. Para que escrever? Começo a ficar desalentado agora, mas não descartarei este texto.

Hoje, dia 13, retomei texto e acrescentei algumas coisas, modifiquei outras.

Novamente vi a tua amiga loura. Até imaginei-me conversando com ela para saber sobre ti. Em certo momento ela me olhou. Considerei isso alguma espécie de sinal. Será que ela me contaria algo que eu não gostaria de saber? Bem, não sei.

Por ora encerro esse texto. Bem, não estou muito animado hoje.

Fica bem, Morena Moreninha, estejas onde estiver.

Beijos!

Hoje, pensando melhor no dia 14, digo o seguinte: "Dane-se!" Por que teria eu que ficar a pensar em ti, um ser mesquinho!?

domenica 8 maggio 2011

Eterno tristinho

Hoje estou desanimado. Bem, sou um eterno tristinho.

Geralmente isso ocorre aos domingos. E não sei o porquê. Mas amanhã espero estar melhor, pois ficarei fora de casa e trabalharei. Então me concentrarei nalgo